Presskit – Minha Contribuição (Francisco Razzo)

Minha contribuição para 
tornar o mundo um lugar ainda pior

E outros textos sobre as incertezas humanas 


Francisco Razzo
PÁGINAS: 232
FORMATO: 14×21
ISBN: 978-65-997710-0-2
GÊNERO: Literatura brasileira: Crônicas

ONDE COMPRAR:

R$ 48,15


R$ 51,25

TERMOS E PALAVRAS-CHAVE: Liberdade, filosofia, crônicas, literatura brasileira, política, cultura, sociedade, liberdade interior, ideologia.

SINOPSE: Francisco Razzo, que já denunciou, em A imaginação totalitária (Record, 2016), os perigos de se confiar na política como esperança, agora pretende refletir sobre a inclinação humana de crer em homens extraordinários, cheios de certezas e grandes respostas salvadoras para os dramas do mundo. Em Minha contribuição para tornar o mundo um lugar ainda pior, Razzo convida o leitor para um exercício irônico de modéstia, no qual propõe a substituição de um espírito de grandiloquência, tão caro à nossa época, pela exaltação dos pequenos detalhes do cotidiano, das pequenas pretensões do dia a dia e, sobretudo, nas alegrias, por vezes angustiantes, de nossas incertezas. O fio condutor dessas crônicas é a liberdade de pensar, de rir, de debochar, de discordar do autor, a fim de inspirar o leitor a buscar sempre – e exclusivamente – a sua liberdade interior.

SOBRE O AUTOR: Razzo é professor de Filosofia. Fez graduação na Faculdade de São Bento e o mestrado na PUC-SP. Se interessa pelos dilemas morais da humanidade, por filosofia política, história da arte, futebol e culinária. Escreveu os livros A Imaginação Totalitária: os perigos da política como esperança Contra o Aborto, ambos publicados pela Editora Record. Nasceu em Itapira em 1978 e gosta de jogar videogame com os filhos.

ENDOSSO: Se é possivelmente verdadeiro que, como afirma o autor, não há aqui “chaves criptografadas de leitura”, também é verdade que, antes de ser uma mal-sucedida contribuição para tornar o mundo um lugar ainda pior, o que primeiramente emerge destas páginas é uma Weltanschauung, uma visão de mundo, isto é, uma perspectiva pervasiva, um horizonte omniabrangente que precede, fundamenta e dá sentido aos casos e eventos singulares do mundo. Dessa forma, do futebol de rua como éthos civilizacional aos infortúnios do debate público, de olhares sobre a história da filosofia à reflexão sobre a experiência de educar e, principalmente, da vivência da feliz relação, como a luta incansável de Jacó, agônica com Deus, ficamos não meramente informados sobre o que pensa Francisco Razzo sobre assuntos aparentemente desconexos, mas somos levados a refletir sobre como pensamos o mundo e como, eventualmente, contribuímos nós mesmos para torná-lo um lugar pior. E não é esse o sentido real de “pensamento crítico”? E não é, também essa, a tarefa da filosofia?   
— Gabriel Ferreira, doutor em filosofia e professor da Unisinos.

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